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Culinária
08/01/2013 15h43

Novos sabores atraem clientes para produtores de pamonha no Sul de MG

Iguarias são feitas com bacon, carne seca e linguiça com jiló são novidades.


Parte da cultura sul mineira, a pamonha é sucesso em várias mesas e a receita é uma espécie de herança de família, passada através das gerações e atualmente, as novidades são os recheios da iguaria, que variam entre bacon, carne seca e até mesmo de linguiça com jiló.

Em Alfenas (MG), a novidade são os sabores das pamonhas, que com o passar do tempo ganharam novas misturas pelas mãos de Elisângela Aparecida Barbosa, que produz variações de quitutes salgados e doces, que levam até goiabada.

As pamonhas feitas pela produtora são uma herança de família, que começou com a mãe dela e até hoje os filhos ajudam na produção. “O pessoal gosta da novidade, querem experimentar, temos sabores diferentes, especialmente nas pamonhas salgadas”, comentou.

“Eu experimentei e gostei. É uma pamonha diferente, picante mas gostosa”, disse o comerciante José Edson de Ávila Vieira.

Contudo, segundo Elisângela, o que garante o sucesso das pamonhas está no segredo da receita. “O que diferencia é o modo de preparo, como a forma de ralar o milho, de enrolar a palha e de cozinhar, seguindo os passos como eram feitos antigamente, na época da minha avó”, lembrou a produtora.

Em Paraguaçu (MG), matéria prima é o que não falta na propriedade do comerciante Lúcio Flávio da Silva, que tem mais de um alqueire só de plantação de milho. “É uma satisfação colher bastante, pelo menos duas vezes por semana, porque trabalho com isso para sustentar minha família”, disse.

Há 10 anos ele começou a fazer pamonha para vender e desde então, o cuidado é redobrado na propriedade para que tenha milho o ano inteiro. “Eu planto sempre para que não falte nunca. É um ramo que tem garantido meu sustento”, comentou.

Na família da dona de casa Aparecida de Lourdes Mendes Freitas, que é de Elói Mendes (MG) os quitutes também são os produtos que garantem uma renda extra. “Pelo menos três vezes por semana eu paro tudo para fazer pamonha e curau. Todo mundo pede, encomenda, tenho muito trabalho”, contou.

Para aumentar as vendas, além das encomendas, toda família sai, de porta em porta, para vender as pamonhas. “Ás vezes acaba a quantia que eu faço e muita gente pede mais”, completou.


Fonte G1

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