Estamos de luto pelo Carlinhos do Hospital de Aiuruoca
05:22hs
Quarta Feira, 03 de Março de 2021

Leia nossas últimas edições

Correio do Papagaio - Edição 1512
Correio do Papagaio - Edição 1522
Esportes
15/01/2021 22h02

Final da Libertadores sem público vira desafio extra a órgãos de segurança do Rio

Marcada para 17 horas do próximo dia 30, no estádio do Maracanã, a final da Copa Libertadores entre Palmeiras e Santos se tornou um desafio extra para os órgãos de segurança. Mesmo que a cidade do Rio de Janeiro tenha se especializado em organizar grandes eventos e decisões esportivas, a proibição de público no confronto decisivo entre as equipes paulistas gera um desafio extra em meio à pandemia do novo coronavírus.

O temor das autoridades é de que a facilidade de deslocamento de torcedores de São Paulo para o Rio de Janeiro acabe fazendo com que verdadeiras caravanas se dirijam à capital fluminense. Isso porque se tornou comum nos jogos da Libertadores a aglomeração de torcedores do lado de fora dos estádios. Os grupos costumam esperar a chegada do ônibus com a delegação de suas equipes e ficam no local até o fim dos jogos.

Nos últimos anos, o Maracanã sediou final de Copa do Mundo (2014) e final olímpica de futebol (2016), além da decisão de uma Copa Sul-Americana envolvendo Flamengo e Independiente, da Argentina. Todos esses jogos exigiram forte aparato de segurança e ampla área com restrição de acesso ao estádio.

Das três partidas, houve tumulto generalizado nos arredores no jogo entre brasileiros e argentinos, em dezembro de 2017. Foi a partir daí que foi criada uma força tarefa envolvendo dezenas de órgãos públicos, tanto municipais quanto estaduais. O grupo inclui áreas de segurança, de justiça, de ordem pública e até mesmo de limpeza urbana.

Uma reunião preliminar para tratar da final do próximo dia 30 foi realizada pela força tarefa na semana passada e um novo encontro acontecerá na próxima sexta-feira. A proibição de torcedores mesmo nos arredores do estádio, uma exigência em tempos de pandemia, será o tema central.

Segundo o Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor, do Ministério Público do Rio de Janeiro, no primeiro encontro foram discutidas "não só questões relativas à segurança no estádio e seu entorno, mas também a possibilidade de aglomerações em hotéis, caravanas, entre outros". E a definição do confronto entre duas equipes de São Paulo fará com que a próxima reunião trate "das especificidades da logística dos envolvidos".

As medidas que serão tomadas não foram anunciadas, mas uma possibilidade é repetir o que foi feito na véspera do último Réveillon. Na ocasião, barreiras foram montadas nos acessos à cidade e elas impediram a entrada de vans, ônibus e micro-ônibus fretados.

Fonte: Estadão Conteúdo
PUBLICIDADES
SIGA-NOS
CONTATO
Telefone para contato.: (35) 3332-1008 | (35) 99965-4038
Textos e contatos em geral: jornalcp@correiodopapagaio.com.br
SAC: comercial@correiodopapagaio.com.br
R. Dr. Olavo Gomes Pinto, 61 - Sala 207 - Centro - São Lourenço - MG