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Domigo, 17 de Fevereiro de 2019
Liberdade - Notícias
25/09/2014 09h22

Personagens que fazem parte da nossa história - Rodrigo Silva Campos

“A angústia de ter perdido não supera a alegria de ter um dia possuído” - Santo Agostinho

Rodrigo nasceu em Aiuruoca, no Natal de 1976. Era filho do já aposentado Juiz Federal do Trabalho, José Cunha Campos, e da advogada Onofrina Aparecida Alves Silva Campos. 

Em sua infância e juventude morou nas cidades de Liberdade, Varginha, Taubaté (SP) e Juiz de Fora. Como filho foi motivo de orgulho para os pais e, certamente, para seus dois irmãos.

Casou em 4 de setembro de 2004 com Joelma Ferreira Campos, vizinha e amiga de infância e com ela teve a menina Luiza. Como marido foi um companheiro para todos os momentos, protetor e amoroso. Para a esposa, que traz com amor muitas lembranças em seu coração, Rodrigo foi um homem de virtudes incomparáveis. E como pai foi também mãe! Um alicerce da família. E, com certeza, sempre será um exemplo de vida, motivo de orgulho e referência para a pequena Luiza.

Profissão

Rodrigo foi delegado de Polícia e atuou nas cidades de Corumbaíba, Caldas Novas e Marzagão, no estado de Goiás. Em Caldas Novas foi professor de Direto Penal na UNICALDAS, e eleito o melhor professor da universidade.

Após algum tempo como delegado, Rodrigo decidiu que teria chegado a hora de ingressar na magistratura. Depois de muita dedicação e um ano de estudos exaustivos, no dia 30 de junho de 2009 veio a notícia tão esperada.  Entre três mil setecentos e dezesseis candidatos que participaram do concurso, apenas onze bacharéis conseguiram aprovação, e Rodrigo estava entre eles.

A turma que ficou conhecida como “Trem dos Onze”, prestou uma linda homenagem ao amigo, através de um texto que fala dos laços que os uniam: (...) “O trem dos onze, agora, transporta apenas dez... Na tentativa de entender o propósito de tudo, fiquei a pensar: Acho que o trem dos onze não transporta, de fato, apenas dez, mas de repente vinte passageiros! É que agora, cada um dos dez, cada um a seu modo, leva também Rodrigo: na memória, na alma, no coração” (...).

Dentre as inúmeras homenagens que recebeu, certamente, esta foi uma das mais emocionantes.

Rodrigo faleceu em decorrência de um mal súbito, aos 33 anos,  no dia 12 de fevereiro de 2010, em Águas Formosas, onde trabalhava, há 7 meses, como Juiz Direito Substituto do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Deixa um legado de exemplo e amor à família.

Para os amigos de Águas Formosas, “Rodrigo veio como um brilho de uma estrela e a rapidez de um cometa”.

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