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Opinião
11/06/2015 16h02

Alex, o amigo leitor

José Luiz Ayres

Depois de longa caminhada matinal, lá estava eu sentado ao banco da Praça Humberto Sanches a refazer as energias dependida pelo salutar e exaustivo exercício de uma hora ininterrupto, que me valendo do relaxamento, me pus a revisar as crônicas a serem entregues ao jornal. Concentrado à leitura, de repente me surpreendo com a presença; após a ouvir o meu nome, de um cidadão trajando uniforme azul da SAAE, a me agradecer pela XEROX deixada na banca de jornal do Joca( Joaquim ), em que me solicitava, se possível, a matéria por mim escrita e publicada sobre o título: Café o amigo do dia a dia, pois perderá o seu recorte da sua coleção de crônicas, as quais tem guardadas.

Um tanto lisonjeado e porque não envaidecido, o agradeci pela deferência, quando disse que a última crônica, sobre o título: “ O machão quase se borrou “, foi muito boa, bem engraçada e teve seu momento reflexivo no contexto a mostrar o quanto devemos respeitar o sobrenatural e não menosprezá-lo a dizer que são baboseiras e crendices.

Concordando com suas palavras, disse-lhe que aquele episódio na ocasião, por mim vivenciado, causou muita polêmica entre as pessoas, mesmo pela gozação ao saber que o tal “ fantasma”, fora criado pela garotada que vinha sendo achincalhada pelo machão narcisista, a qualificá-los de idiotas por ouvir histórias de assombrações.

O cidadão de nome Alex como se disse chamar, teceu comentários em que nossas crônicas além de interessantes, faz com que ao lê-las, nos transportemos a elas e passamos a nos incluir à história como o personagem; seja ele; um possível vilão ou um bondoso como o meu amigo Padre Barbosa de inúmeros episódios entre tantos como: meu pai Luiz, Evandro da E.F. Leopoldina, Miguel da RMV e outros que também nos dão o prazer em desfrutar destes episódios que tão bem são descritos através de uma linguagem simples e compreensiva. A cada semana procura nos locais certos, apanhar o jornal e quando não consegue, domingo pela manhã vai a banca do Joca que sempre tem um exemplar.

Se dizendo leitor há mais de três anos da: Na Fumaça do trem e Esses turistas pitorescos, que por sinal diz ser excelente e se diverte muito com as trapalhadas e desatinos dos personagens ali envolvidos, onde o intuito não só é trazer à consciência naquilo que praticam, como também lembrar o respeito e cuidado quando integrados no convívio com a natureza e se esquece em preservá-la.

Após trocarmos prosas, pedindo desculpas por interromper minha concentração à leitura, pegando sua vassoura de ramas de bambú, despediu-se humildemente negando que apertasse sua mão alegando suja; o que não aceitei, e lá foi o leitor amigo,Alex, talvez agradecido e satisfeito por ter me encontrado. Eu a olhá-lo seguir seu caminho, me pus a pensar e ao mesmo tempo por uma sensação agradável pelo reconhecimento do dever cumprido, limitei-me a desenvolver esta crônica baseadano encontro, que de certa forma veio a me proporcionar uma massagem no ego. Afinal a satisfação em ser destacado por um leitor é qualquer coisa de prazeroso e, como costumo dizer: me sinto como um “cronista pitoresco”.

Moral da história:O Reconhecimento daquilo que se propõe fazer, quando alcança seus objetivos, só nos pode proporcionar cada vez mais a vontade em continuar fazendo, mesmo que possamos ser considerados como um “turista”, digo, Cronista pitoresco, ao ser elogiado por um leitor que se diz ser apreciador e fã do que exponho a cada semana.

Ao amigo Alexandre meus agradecimentos pelos elogios.Obrigado !

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