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Saúde
30/05/2011 09h57

Dia Mundial Sem Tabaco Unimed lança campanha

Unimed lança campanha pelo Dia Mundial Sem Tabaco

Unimed lança campanha pelo Dia Mundial Sem Tabaco

31 de maio – hoje é um ótimo dia para escolher mudar de vida A campanha da Unimed Circuito das Águas pelo Dia Mundial Sem Tabaco (31 de maio) foi iniciada na última terça feira, 24, com o objetivo de alertar a população para os perigos do tabagismo, que hoje representa a maior causa de morte prevenível enfrentada pela comunidade médica.

No lançamento da campanha, placas foram espalhadas por todas as unidades da Unimed, demonstrando que a Unimed Circuito das Águas é uma empresa 100% livre de tabaco.

Na programação da campanha, palestras, atividades físicas e educativas para demonstrar os perigos que o cigarro representa para fumantes ativos e passivos.

As palestras com o Pneumologista Dr. Celso Villela Fernandes são abertas à população, no dia 24 no Centro de Treinamento da Unimed e no encerramento da campanha, dia 31, às 19 horas, na Faculdade São Lourenço.

Na manhã de sábado, 28 de maio, um “aulão” de ginástica será realizado no Parque das Águas de São Lourenço para demonstrar todas as modalidades de atividades físicas do Programa Guardião, mantido pelo NAS - Núcleo de Atenção à Saúde da Unimed no Parque das Águas, em parceria com a Nestlé Waters.

Também durante a semana, profissionais de saúde darão informações sobre o Tabagismo e dicas para quem deseja parar de fumar na Drogaria Espaço Saúde Unimed.

Uma experiência que demonstra as toxinas do tabaco em vídeo também será exibida no Espaço Saúde, no NAS e no Pronto Atendimento Unimed 24 horas até o final da campanha, em 31 de maio.

Criado em 1987 pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o Dia Mundial Sem Tabaco tem o objetivo de chamar a atenção de todo o mundo para a epidemia do tabaco e seus efeitos letais.

A OMS estima que um terço da população mundial adulta, isto é, 1 bilhão e 200 milhões de pessoas sejam fumantes. O total de mortes devido ao uso do tabaco atingiu a cifra de 4,9 milhões de mortes anuais, o que corresponde a mais de 10 mil mortes por dia. Só no Brasil, são 200 mil mortes por ano, o que significa 22,8 mortes a cada hora. Caso as atuais tendências de expansão do seu consumo sejam mantidas, esses números aumentarão para 10 milhões de mortes anuais em todo o mundo por volta do ano 2030, sendo metade delas em indivíduos em idade produtiva (entre 35 e 69 anos) (OMS, 2003).

A importância de disseminar informações é ampliada quando sabemos que o tabaco afeta não apenas os fumantes, mas todos aqueles que convivem com eles. Filhos de mães fumantes, por exemplo, sofrem imediatamente os efeitos do cigarro. Durante o aleitamento, a criança recebe nicotina através do leite materno. Em crianças de zero a um ano de idade que vivem com fumantes, há uma maior prevalência de problemas respiratórios (bronquite, pneumonia, bronquiolite) em relação àquelas cujos familiares não fumam. Além disso, quanto maior o número de fumantes no domicílio, maior o percentual de infecções respiratórias, chegando a 50% nas crianças que vivem com mais de dois fumantes em casa. É, portanto, fundamental que os adultos não fumem em locais onde haja crianças, para que elas não sejam transformadas em fumantes passivos.

Outras pesquisas indicam que m

ulheres que moram ou trabalham em locais sem cigarro estão menos propensas a desenvolver ou morrer de câncer de mama. A estimativa dos pesquisadores é que em torno de 20% da mudança nos índices de mortalidade por câncer de mama seja justificada por novas práticas e políticas de casas e escritórios sem cigarros.

Segundo um relatório elaborado por cientistas e quatro grandes ONGs internacionais – Federação Internacional de Diabetes, União Internacional Contra Tuberculose e Doenças Pulmonares, União Internacional de Controle do Câncer e Federação Mundial do Coração, r

eduzir o consumo de tabaco deve ser prioridade para os líderes mundiais que fazem frente à enorme e crescente quantidade de mortes causadas por doenças não transmissíveis (DNT). As doenças não transmissíveis, principalmente as cardíacas, o câncer, derrame, diabetes e as respiratórias crônicas, representam dois terços das mortes no mundo e são cada vez mais responsáveis pelo número de mortes em países em desenvolvimento. O relatório propõe uma lista restrita de cinco intervenções prioritárias para abordar essa crescente crise mundial. Segundo os autores, a primeira intervenção deve ser a de reduzir o consumo de tabaco. “O uso de tabaco, por si só, representa uma em cada seis mortes decorrente das doenças não transmissíveis”, acrescenta o relatório.

Entres as outras intervenções identificadas pelo relatório estão a redução do consumo de sal, aquisição de melhores hábitos alimentares, prática de atividade física, redução do consumo exagerado de álcool, além de oferecer tecnologias e medicamentos essenciais, eficazes e acessíveis.

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