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Saúde
15/01/2015 15h51

O perigo das infecções do trato respiratório superior

As infecções do trato respiratório superior são as enfermidades que mais afetam os seres humanos.

“Classificamos como trato respiratório superior a região acima da epiglote (região das cordas vocais). Na otite, o órgão infeccionado é o ouvido; na sinusite, são os seios da face, as cavidades que existem entre os ossos do rosto; na amidalite, as amídalas, um órgão que se localiza na garganta e serve como defesa contra as infecções; e a faringite e a laringite que atingem faringe e laringe, respectivamente”, explica o dr. Mauro Gomes, presidente da Subcomissão de Infecções Respiratórias e Micoses da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT).

De acordo com o pneumologista, os sintomas variam de acordo com a região afetada, mas em geral todas provocam febre, dor de cabeça e mal estar. “Em cada caso, os sintomas são específicos: a otite causa dor nos ouvidos; a sinusite leva a congestão nasal, saída de secreção purulenta pelo nariz, dor de cabeça e tosse, por vezes persistente; enquanto a amigdalite gera dor de garganta, as laringite e faringite manifestam com muita tosse e rouquidão”.

A confusão entre a gripe e o resfriado, frequente infecção respiratória do trato superior, é comum. “A principal diferença é a intensidade dos sintomas e tipos de vírus. A gripe é uma infecção mais grave e altamente contagiosa, causada pelo vírus influenza. Os sintomas são bem definidos: febre alta, fortes dores de cabeça e no corpo, tosse seca e fraqueza, de início súbito. Os resfriados surgem por outros vírus, com sinais mais brandos, a febre não é comum, as dores no corpo e na cabeça são menos intensas e raramente ocorre fraqueza”, comenta dr. Mauro.

 

Tratamento

Quando a infecção é por vírus, a recomendação é repouso e medicação sintomática. No caso de infecção bacteriana, é indicado o uso de antibióticos também.

“Se não diagnosticadas precocemente e tratadas corretamente, as infecções podem acarretar pneumonias, caso a bactéria envolvida consiga penetrar no interior dos pulmões. Portanto, em caso de suspeita, busque o especialista”, alerta dr. Mauro. 

Fonte: Acontece Comunicação e Notícias

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