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Saúde
16/01/2015 15h01

Vem aí o XXXII Congresso Pan-Americano de Mulheres Médicas

A ideia é debater as diferenças de gênero, nos mais diversos campos da medicina.

De 4 a 7 de março de 2015, a Associação Paulista de Medicina (APM) recebe os XXXII Congresso Pan-Americano de Mulheres Médicas, XXII Congresso Brasileiro de Mulheres Médicas e o IV Encontro Fenam de Mulheres Médicas do Brasil, organizados pela seção São Paulo da Associação Brasileira de Mulheres Médicas (ABMM-SP).

“O objetivo do congresso é realizar um evento global, reunindo médicas da América Latina, além de representantes africanas e europeias. A ideia é debater as diferenças de gênero, nos mais diversos campos da medicina. É uma oportunidade de promover discussões sobre o tema, uma vez que ainda não está presente nas grades curriculares das escolas médicas”, comenta dra. Ivone Meinão, presidente da ABMM-SP.

Em pauta, estarão as doenças infectocontagiosas no século XXI, cânceres evitáveis mais comuns nas mulheres e exames laboratoriais mais  indicados para avaliação. A saúde mental também estará em debate, com psiquiatras convidados apresentando trabalhos mostrando altas taxas de depressão e suicídio entre as médicas.

“Além de palestras políticas e aulas científicas, teremos um bloco especial abordando vida saudável, com informações sobre hábitos benéficos, dietas e exercícios como ferramentas para prevenção de doenças. Teremos ainda uma programação turística, com um tour pela capital paulista”, destaca dra. Ivone.

Haverá apresentação de temas livres e pôsteres. As inscrições serão feitas pelo site do evento http://www.congressopanamericanoabmm.com.br/

 

Gêneros

A Organização das Nações Unidas (ONU) determinou a divisão de gêneros em adultos somente em 1995. Desde 2010, usa-se o termo gênero em saúde, ainda pouco difundido no Brasil.

“Esse conceito surgiu na cardiologia. As mulheres que sentiam dor no peito, atribuía-se à angústia. Porém quando melhor avaliadas  percebeu-se, então, que elas também estavam enfartando, alerta dra. Ivone. Em São Paulo, por exemplo, somente 25% dos cardiologistas empregam a diferenciação no atendimento.

Vale ressaltar que dor do infarto na mulher, muitas vezes tem características de sintomas diferentes e, por essa razão, pode-se confundir com outras patologias menos graves. Observar esse tipo de diferença garante um atendimento mais adequado, uma vez que o infarto agudo do miocárdio mata mais que o câncer de mama.

 

Assessoria de imprensa

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