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Sindijori
14/02/2020 16h32

COLUNA MG - Rede de Notícias do Sindijori MG - 06.02.2020

UFU na lista para tratar coronavírus

UFU na lista para tratar coronavírus

Seis hospitais foram destacados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) como referência para o tratamento de casos suspeitos de coronavírus em Minas Gerais. Na terça, 4, o Brasil decretou situação de emergência por conta da enfermidade, que já matou 492 pessoas no mundo.. Em Belo Horizonte são duas unidades, o hospital Eduardo de Menezes e o hospital Infantil João Paulo II. As outras cinco estão em municípios considerados estratégicos no interior. A escolha dos pontos teve como pré-requisito capacidade de isolamento respiratório dos pacientes, o que é imprescindível para evitar a propagação do vírus. No Triângulo Mineiro, o Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia foi designado. (Jornal da Manhã- Uberaba)

Estrella Galicia busca município

Apesar da cervejaria Estrella Galicia ter desistido de se instalar em Poços de Caldas em 2017, o grupo espanhol mantém os planos de instalar sua primeira fábrica fora da Espanha em Minas Gerais. Com protocolo de intenções assinado com o governo mineiro em 2017, inicialmente a planta seria construída em Poços de Caldas. No entanto, um ano depois, a empresa cancelou o projeto alegando "questões empresariais". Agora, ela segue em busca de outro município para o investimento. A informação foi confirmada pela companhia, que afirmou que o protocolo de intenções com o governo do Estado continua válido e que a dona da marca, a cervejaria Hijos de Rivera, procura agora outras cidades para instalar a fábrica. (Jornal da Cidade - Poços de Caldas)

Fundação faz o censo dos moradores de rua

A Fundação João Pinheiro inicia hoje, dia 7, o recenseamento dos moradores de Rua de Montes Claros, quando os técnicos da instituição vão procurar identificar quais são as pessoas em situação de rua. O Consultório de Rua, vinculada ao setor de saúde, tem um cadastro de 500 pessoas, enquanto o Centro Pop atende 80 pessoas. Porém, as suspeitas é que 1.000 pessoas vivam em Montes Claros nessa situação. O recenseamento foi exigido desde o ano passado pelo Ministério Público. Desde terça-feira foi iniciada a capacitação dos profissionais que vão atuar na área. O problema dos moradores de rua é uma das maiores críticas enfrentadas pelo prefeito Humberto Souto, pois a Praça da Matriz foi ocupada por esse segmento social. (Gazeta Norte Mineira- Montes Claros)

JF  é campeã em acidentes na linha férrea

No ano passado, Juiz de Fora foi o município que mais teve acidentes na linha férrea da MRS Logística. Segundo levantamento divulgado pela empresa nesta quarta-feira, 5, houve 14 casos registrados na cidade, sendo 13 atropelamentos e 1 abalroamento (choque com veículos). Em comparação com 2018, houve aumento de um caso. Nos 105 municípios atendidos pela rede houve um total de 99 acidentes, em trechos corridos ou passagens em nível, uma queda em comparação a 2018, quando foram registrados 101 casos. Só em Minas Gerais, a empresa contabilizou 38 acidentes, contra 34 no Rio de Janeiro e 27 em São Paulo. (Tribuna de Minas- Juiz de Fora)

Amag retorna as atividades de 2020

Aconteceu na última sexta-feira, 31 de janeiro, a primeira reunião da Associação dos Municípios da Microrregião do Circuito das Águas, a Amag, em Caxambu. A reunião foi marcada pela continuação dos projetos já iniciados no mandato passado. Segundo o novo Presidente da Amag e prefeito de Cruzília, Joaquim Paranaíba, a Amag está passando por uma reestruturação e se preparando para prestar o melhor serviço para seus associados e a assembleia é importante para tomada de decisões, para convivência e para favorecer a troca de experiências. Ainda durante o encontro, os prefeitos discutiram a questão da iluminação pública na região e debateram soluções para melhor atender a população. (Jornal Panorama- Baependi)

Biblioteca Melvin Jones é inaugurada

O Lions Clube de Varginha  inaugurou a Biblioteca Melvin Jones, em homenagem ao fundador Lions Club International. O objetivo é que o local proporcione a troca de livros entre os amantes da literatura varginhense e da região. Para tanto, os interessados devem levar um livro usado e vão poder trocá-lo por outro disponível na biblioteca. Tudo isso gratuitamente. Podem ser trocados livros de literatura em geral, infantil ou juvenil, não-didáticos e não técnicos. Não vão ser aceitos materiais didáticos, livros de cunho político/partidário, religioso, dicionários, lista de endereços e telefones, teses e dissertações, enciclopédias, pornográficos e sobre sexologia, código civil e legislação e livros de informática. (Gazeta de Varginha)

Sesc Minas tem projeto de construção

O Serviço Social do Comércio de Minas Gerais (Sesc-MG) protocolou na semana passada o anteprojeto para a construção da unidade do Sesc Minas em São Sebastião do Paraíso. A reunião aconteceu na Prefeitura e quem apresentou o projeto foi o arquiteto Maurício de Miranda Rodrigues. Agora, o município vai ter 10 dias para analisar e autorizar a continuidade do projeto, para que o Sesc inicie as obras. A vinda do Sesc para São Sebastião do Paraíso fez parte de tratativas para que houvesse uma permuta entre o município e o Sesc. (Jornal Sudoeste - São Sebastião do Paraíso)

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 Indústria e sociedade

Flávio Roscoe é presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG)

Faz parte do DNA da sociedade mineira, da qual a indústria é parte integrante, o inarredável compromisso com a solidariedade, sempre que ela se faz necessária para unir Minas Gerais e os mineiros. É exatamente isso o que vemos ocorrer neste momento em que chuvas recordes deixam um dramático rastro de destruição, com inundações, desabrigados aos milhares e, lamentavelmente, muitas mortes. Mais uma vez, organizações mineiras - púbicas, privadas e da sociedade civil - se unem para abraçar e ajudar as vítimas, em um movimento que une a FIEMG, a Cruz Vermelha e o Governo do Estado.

Neste primeiro momento, em conjunto com o Servas, o foco é identificar as necessidades prioritárias das famílias atingidas e que precisam, principalmente, de utensílios destruídos pelas águas. Em uma ação coordenada com a indústria, a FIEMG garantiu, até agora, 145 mil litros de água potável, mais de 10 mil cestas básicas, oito mil colchões e milhares de itens como lonas, coletes, roupas de cama, alimentos diversos, medicamentos e produtos de higiene. Com base neste levantamento, a Federação trabalha para recolher doações com o apoio de seu Conselho Estratégico, integrado pelas maiores empresas do estado, e de milhares de indústrias localizadas em todas as regiões de Minas Gerais.

Cumprida esta etapa fundamental, partimos, agora, para a estruturação de ações que mitiguem os impactos das águas nos municípios mais impactados. Atendidas as demandas emergenciais e urgentes, cruciais para garantir a subsistência e sobrevivência das famílias atingidas pela tragédia, a indústria, capitaneada pela FIEMG, está mobilizando forças e recursos para apoiar a reconstrução dessas cidades. Reerguê-las significa garantir dignidade à sociedade mineira, o que é condição primeira para que possamos ter uma economia forte e cidadã.

Para isso, o trabalho será realizado em conjunto com a Defesa Civil de Minas Gerais, com a participação decisiva do Sindicato da Indústria da Construção Pesada de Minas Gerais (Sicepot). O Sicepot vai disponibilizar mais de 100 equipamentos de grande porte e mão de obra, além de 20 caminhões de pedra e brita para a cidade de Belo Horizonte e municípios do interior.

Nesta etapa, contamos, igualmente, com a parceria do Governo do Estado e com as forças políticas de Minas Gerais, que também atuam para garantir recursos para a reconstrução das áreas atingidas. Será igualmente fundamental a participação dos nossos deputados estaduais, da bancada mineira de deputados federais na Câmara dos Deputados, em Brasília, dos nossos senadores. Também é fundamental a efetiva participação dos prefeitos e vereadores dos municípios atingidos.

Complementando todas essas ações, o SENAI-MG criou uma força-tarefa de 40 pessoas para ajudar os industriais que tiveram suas fábricas prejudicadas pelas chuvas. O grupo é composto por 15 profissionais de manutenção e 25 especialistas. Os esforços estão concentrados em três frentes: limpeza técnica, manutenção dos equipamentos e reestabelecimento da energia elétrica. O projeto continuará ativo até o fim do período chuvoso.

Ao assim agir, neste conjunto de ações solidárias, a indústria assume o seu compromisso como ente integrante da sociedade mineira. Pessoalmente, reafirmo a disposição de manter como bandeira prioritária de nossa gestão a busca incessante do diálogo, do entendimento e da aproximação entre o empresário e a sociedade. Com grande orgulho, nossa convicção é a de que somos parte da sociedade na qual estamos inseridos.

De fato, na vida real, sociedade, empresas, trabalhadores e empresários são sócios na construção de uma vida melhor para todos. Compartilhamos os mesmos objetivos e as mesmas dificuldades - e, por isso mesmo, devemos trabalhar juntos e unidos na defesa dos nossos interesses, que, com certeza, são os mesmos.

O setor produtivo - e nele a indústria - atua para ter exatamente o que a sociedade também deseja: oportunidade para trabalhar e gerar riqueza e criar novos postos de trabalho. O empresário tem a clara consciência de que é seu dever e responsabilidade gerar empregos e qualidade de vida para a população, fazendo do crescimento da economia um eficaz e efetivo instrumento de inclusão e transformação social.

Entre as vítimas das chuvas, também estão micro e pequenos empresários - no comércio, no setor de serviços e também na indústria - que tiveram prejuízos com as enchentes. Natural, portanto, que trabalhemos todos juntos na busca de soluções.

Este, felizmente, é um sentimento que começa a florescer e a dar resultados em nosso país. Exemplos emblemáticos foram as recentes mobilizações em torno de temas nacionais, como o resgate do equilíbrio das finanças públicas e o estímulo à retomada do crescimento da economia brasileira, tão combalida por crises em sequência, que duraram quase uma década.

Neste momento, é preciso manter e ampliar esse espírito de mutirão que une todos os segmentos da sociedade na defesa de um país capaz de gerar oportunidades e oferecer melhores condições de negócios e de vida para todos.

Participar é preciso, sempre. Neste momento, a Federação das Indústrias de Minas Gerais coloca o telefone (31) 3263-4317 à disposição das empresas que queiram colaborar com as vítimas das enchentes. Ligue! Ajude!

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