31/07/2019 19h40
Após Copom, BB anuncia redução de juros para pessoas físicas e jurídicas
O Banco do Brasil acaba de anunciar redução de juros para pessoas fÃsicas, jurÃdicas e no financiamento imobiliário, seguindo a decisão do Comitê de PolÃtica Monetária (Copom), que cortou a taxa Selic em 0,50 ponto porcentual, para 6,0% ao ano. As novas taxas entram em vigor a partir da próxima segunda-feira, dia 5.
Além do BB, mais cedo, a Caixa Econômica Federal anunciou redução horizontal de seus juros, com foco na pessoa fÃsica e jurÃdica, nas linhas de cheque especial, crédito pessoal e capital de giro. Um movimento de corte dos juros também é esperado por parte dos players privados, em linha com a decisão do Copom.
Com o anúncio do BB, as taxas mÃnimas do financiamento imobiliário para pessoa fÃsica passarão de 8,49% para 8,29% ao ano, nas linhas para aquisição de imóveis por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Na carteira hipotecária, o juro passou de 8,85% para 8,65% ao ano.
O financiamento para a compra de veÃculos também ficará mais barato. Na linha em que o cliente oferece seu automóvel como garantia, a taxa mÃnima pelo BB será reduzida de 1,57% para 1,53% ao mês. A condição vale apenas para contratações feitas no aplicativo do BB.
Já o juro do crédito para a compra de veÃculos novos e seminovos, contratados pelo mobile passará para 0,84% ao mês, ante 0,88% ao mês cobrados até então.
Nas linhas de empréstimo pessoal sem garantia, o BB reduzirá sua taxa mÃnima de 2,99% para 2,95% ao mês. No cheque especial, passará de 1,99% para 1,95% ao mês.
Empresas
O BB também cortará os juros para pessoas jurÃdicas. Na linha desconto de cheque - prazo de 30 dias, os juros mÃnimos passarão de 1,26% para 1,22% ao mês. Para o desconto de tÃtulos (30 dias), a queda é de 1,16% para 1,12% ao mês.
Os juros para empresas tomarem capital de giro também foram cortados. As taxas mÃnimas das linhas BB Giro Digital e BB Giro Empresa para até 360 dias cairão de 2,52% para 2,48% ao mês e de 0,95% para 0,91% ao mês, respectivamente.
Fonte: Estadão Conteúdo