15/08/2022 14h50
Ministro diz que trabalhará para benefício a caminhoneiro e taxista se perpetuar
O ministro do Trabalho e Previdência, José Carlos Oliveira, afirmou nesta segunda-feira, 15, que trabalhará para que o pagamento dos benefÃcios para caminhoneiros e taxistas se torne uma polÃtica pública permanente. Pela lei vigente, os repasses dos dois benefÃcios acabam em dezembro.
"Eu não vejo problema dessa polÃtica se perpetuar. Não vejo que seja impossÃvel disso acontecer. É claro que vai depender da situação econômica do Brasil e do mundo. Eu vejo com bons olhos que sigamos, assim como estamos fazendo no AuxÃlio Brasil, com essa distribuição de renda. O que depender de mim e do nosso presidente, pode ter certeza, vamos trabalhar para que esses benefÃcios se perpetuem sim", disse Oliveira.
Tornar os benefÃcios para caminhoneiros e taxistas permanentes depende da aprovação de uma lei no Congresso Nacional. O governo destinou R$ 7,4 bilhões para o pagamento dessas parcelas até dezembro.
Até o momento, 190.861 caminhoneiros já receberam as duas primeiras parcelas de R$ 1.000,00 do benefÃcio. Além disso, 245.213 motoristas de táxi receberão nesta terça-feira, 16, as duas primeiras parcelas. Com esses pagamentos, o governo injetará R$ 490,4 milhões na economia.
Criação de empregos com carteira assinada
O ministro do Trabalho e Previdência afirmou também que o Brasil deve criar 2 milhões de empregos com carteira assinada em 2022. Segundo o ministro, a projeção inicial do governo em janeiro era de que 1,5 milhão de empregos formais seriam criados no ano. Entretanto, nos seis primeiros meses de 2022 já foram criadas 1.334.791 de vagas com carteira assinada no PaÃs, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) .
"Vamos superar a projeção inicial e vamos chegar a 2 milhões de empregos em 2022. Vamos divulgar os dados do Caged de julho daqui duas semanas e vamos apresentar dados positivos mais uma vez. A recuperação econômica tem ajudado nesse processo. A taxa de desemprego já está em um dÃgito", disse ele.
Fonte: Estadão Conteúdo