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06/07/2017 17h24

Em Hamburgo, Meirelles diz que economia dá sinais de força

Em conversa com jornalistas, titular do Ministério da Fazenda ressaltou que governo está focado na aprovação das reformas econômicas

Em viagem para participar da cúpula do G20, o ministro Henrique Meirelles conversou com jornalistas e ressaltou que a situação econômica do Brasil dá sinais de força e resiliência. “O mais importante é que a economia brasileira funciona bem e está dando mostras de resiliência e força nesse período de certa incerteza”, disse.

De acordo com o ministro da Fazenda, o governo federal continua trabalhando de forma “focada e concentrada” na aprovação da agenda econômica que tramita no Congresso Nacional, citando como exemplo a modernização trabalhista e a reforma da Previdência Social.

Uma das principais medidas para impulsionar o mercado de trabalho, a modernização trabalhista está prestes a ser analisada pelo plenário do Senado Federal. Já a reforma da Previdência Social, considerada essencial para reequilibrar as contas públicas, aguarda análise da Câmara dos Deputados.
Na avaliação de Meirelles, a reforma previdenciária deve ser discutida pelos parlamentares no segundo semestre do ano.

Meta fiscal

Ao comentar a situação das contas públicas, Meirelles afirmou que o governo federal possui “atenção permanente” ao ajuste fiscal e que a arrecadação deve melhorar neste ano, diante da entrada de receitas extraordinárias.

De acordo com o ministro, a aprovação da medida que devolve precatórios não sacados aos cofres públicos é um avanço no sentido de cumprir a meta de déficit primário para este ano, fixada em R$ 139 bilhões. Na estimativa dele, a medida deve gerar cerca de R$ 8 bilhões em receita ao Tesouro Nacional.

Além disso, completou, os leilões em infraestrutura neste ano também devem ajudar o governo federal a impulsionar a arrecadação de receitas. Meirelles estima que o leilão de hidrelétricas programado para este ano deve arrecadar mais do que o estimado anteriormente.

O valor mínimo de outorga pela concessão das hidrelétricas de São Simão (GO/MG), Jaguará (MG/SP), Miranda (MG) e Volta Grande (MG/SP) foi fixado em R$ 11 bilhões.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Fazenda

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