11/09/2019 07h30
Homicídios: Roraima enfrenta falta de efetivo e facções; PE reverte situação
A guerra entre facções vem transformando Roraima. O Estado, que sofre com a migração venezuelana, viu as taxas de homicÃdio triplicarem. São casos como o de L.S., de 24 anos. O jovem sobreviveu após quase ter sido degolado por uma rixa de futebol, envolvendo um integrante de facção criminosa. Ele resolveu sair de Roraima após ter sido atacado por mais de dez integrantes de facção. "Eu achei que era brincadeira e só quando me golpearam no pescoço e vi o sangue que percebi. Consegui sair correndo." Conforme o delegado-geral da PolÃcia Civil, Herbert Amorim, a polÃcia tem trabalhado para combater o aumento da violência, mas falta efetivo.
Já Antonio de Pádua, secretário de Defesa Social de Pernambuco, destaca a contratação de 7 mil novos agentes para Corpo de Bombeiros, PolÃcia Militar, PolÃcia Civil e PolÃcia CientÃfica. Em 2017 o Estado respondia por metade da alta de homicÃdios no PaÃs. Hoje são 22 meses seguidos de redução nas estatÃsticas. Washington das Neves, de 36 anos, ilustra polÃticas preventivas adotadas, como o Centro Comunitário da Paz. "Vim jurado de morte. Foi pelas artes marciais e pelo Centro que me tornei outra pessoa", diz o hoje instrutor de jiu-jÃtsu. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Estadão Conteúdo